Objetivo e risco
Dados de nível só se tornam inventário confiável quando são combinados com geometria, densidade, qualidade e tempo. Uma plataforma pode exibir números estáveis e ainda produzir massa incorreta se usar tabela de tanque, unidade ou densidade erradas.
Dados necessários
Para cada ativo, documentam-se referência, faixa, tabela volume–nível, volume morto, produto, densidade, temperatura e tolerância. Definem-se frequência, fechamento de período, usuários, relatórios e tratamento de valores manuais ou estimados.
Projeto e instalação
A arquitetura preserva nível bruto, qualidade e carimbo de tempo. A conversão ocorre em uma camada controlada e versionada. Valores antigos, substituídos ou calculados ficam identificados. Acesso, sincronização de relógio e segurança de comunicação fazem parte do projeto.
Testes de aceitação
Comparam-se níveis conhecidos, movimentos de entrada e saída e saldos em períodos definidos. Testam-se perda de comunicação, buffer, repetição, duplicatas, alteração de densidade e reinício. Diferenças são separadas entre medição, tabela, densidade e operação.
Documentação e manutenção
Tabelas, fórmulas, fontes, configurações e permissões permanecem auditáveis. Monitoram-se idade, qualidade e divergência do dado. Uma nova tabela não deve reescrever silenciosamente o histórico aprovado.
Perguntas frequentes
Nível é igual a estoque?
Não; estoque exige geometria e, para massa, densidade.
Onde fazer a conversão?
Em uma camada controlada, mantendo o valor bruto disponível.
Como tratar valor manual?
Com identificação, usuário, motivo, período e histórico de alteração.
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Author: Arvin · Source: METRAVON Instruments
