Objetivo e risco
No tratamento de água e efluentes, o radar pode medir reservatórios, poços, canais e tanques sem contato com o meio. A seleção deve considerar a função do ponto, a hidráulica e contaminantes que afetam a superfície, evitando aplicar um único arranjo a todas as etapas.
Dados necessários
A especificação informa água bruta, tratada ou efluente, sólidos, espuma, vapor, produtos químicos, faixa e taxa de variação. Devem ser definidos alarmes, controle de bombas, registro, ambiente corrosivo, exposição ao tempo e requisitos de continuidade.
Projeto e instalação
O sensor fica sobre uma área estável, fora de jatos, vertedores e agitadores. Suporte, conexão, caixa, aterramento e proteção contra surtos são escolhidos para umidade e gases presentes. O acesso deve permitir inspeção sem criar risco de queda ou contaminação.
Testes de aceitação
Comparam-se níveis em estados baixos, normais e altos. Testam-se espuma, agitação, perda de eco, saída, alarmes, comunicação, falta de energia e retorno. Quando o nível alimenta vazão ou volume, a conversão também precisa ser validada.
Documentação e manutenção
O dossiê guarda referência, desenhos, compatibilidade de materiais, parâmetros e resultados. Inspeções verificam estrutura, condensação, corrosão e obstruções. Mudanças hidráulicas ou de dosagem química exigem revisão.
Perguntas frequentes
Radar funciona com espuma?
Depende do tipo e espessura; é necessário validar o eco na condição real.
Pode medir vazão diretamente?
O radar mede nível; vazão exige geometria ou outro modelo validado.
Qual proteção elétrica é importante?
Aterramento e proteção contra surtos, especialmente em estruturas externas.
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Author: Arvin · Source: METRAVON Instruments
