Objetivo e critérios
A verificação da zona morta de instalação confirma que bocal, antena e nível máximo deixam margem suficiente para medição e alarmes. Ela é diferente de copiar a distância mínima do catálogo, pois inclui tolerâncias e condições reais.
Informações de entrada
São medidos ponto de referência, altura e diâmetro do bocal, posição da antena, nível máximo, espuma ou cone, expansão e tolerâncias. Os setpoints de alto e muito alto são comparados com a região de medição confiável.
Execução técnica
A antena segue a geometria permitida e não fica recuada de forma a dominar o eco. Offset não corrige incapacidade física de separar alvos. Se a análise de risco exigir, a proteção de transbordamento permanece independente.
Verificação em campo
O teste aproxima o produto do limite por etapas, registra curva, alvo, margem, distância, saída e alarmes, e observa a recuperação na descida. Um nível não alcançado deve ser identificado como lacuna, com plano posterior.
Registros e manutenção
Desenho, medições, parâmetros e margem residual fazem parte do registro. Mudança de bocal, antena ou setpoint exige nova verificação. Inspeções futuras observam depósito e deformação que possam reduzir a margem.
Perguntas frequentes
A zona morta é igual à altura do bocal?
Não; depende também da antena, eletrônica, montagem e processo.
Offset pode eliminá-la?
Não, apenas muda a referência numérica.
O que fazer se o nível máximo não puder ser testado?
Registrar aceitação condicional e programar teste seguro na primeira oportunidade.
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Author: Arvin · Source: METRAVON Instruments
