Objetivo e critérios
A integração com DCS ou PLC deve preservar escala, unidade, qualidade, tempo e comportamento de falha do radar. Um valor correto no transmissor pode ser interpretado incorretamente por duplicação de escala, ordem de bytes ou lógica de retenção.
Informações de entrada
Para 4–20 mA documentam-se LRV, URV, direção, corrente de falha, carga e canal. Para protocolo digital, registro, tipo, endianness, unidade, status e timeout. Alarmes, intertravamentos, histórico e telas são mapeados.
Execução técnica
A escala é aplicada uma vez e o sistema mantém o valor bruto. Qualidade inválida não é limitada a um nível normal. Alterações, forces e substituições manuais têm acesso controlado e indicação visível.
Verificação em campo
Valores conhecidos são rastreados do radar ao cartão, bloco lógico, tela e histórico. Testam-se pontos intermediários, ruptura ou timeout, alarme, intertravamento, reinício e retorno. Todos os consumidores do dado são verificados.
Registros e manutenção
Lista de I/O, cálculos, lógica, telas, versões e resultados ficam arquivados. Mudança de faixa, cartão, comunicação ou programa exige teste de regressão. Monitoram-se idade e qualidade do sinal.
Perguntas frequentes
Por que testar pontos intermediários?
Para detectar escala duplicada, inversão e não linearidade.
Falha pode aparecer como último valor?
Somente com indicação explícita de qualidade e tempo.
O que testar após mudar a faixa?
Entrada, escala, telas, alarmes, histórico e funções finais.
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Author: Arvin · Source: METRAVON Instruments
