Objetivo e critérios
A aceitação de 4–20 mA no PLC verifica transmissor, alimentação, barreira, cabo, cartão, escala, qualidade e lógica. Testar apenas 4 e 20 mA pode esconder erro intermediário, inversão ou dupla correção.
Informações de entrada
Documentam-se LRV, URV, unidade, direção, amortecimento, corrente de falha, tensão disponível, carga e fórmula do PLC. O calibrador possui identificação e validade. Alarmes e ações finais são conhecidos.
Execução técnica
Confere-se polaridade, blindagem, aterramento, terminais e margem de tensão. A escala ocorre uma vez. Corrente fora da faixa mantém diagnóstico; forces e bypasses usados no ensaio ficam visíveis e controlados.
Verificação em campo
Aplicam-se 4, 8, 12, 16 e 20 mA em subida e descida, registrando corrente, valor bruto, valor de engenharia, tela e histórico. Testam-se ruptura, corrente de falha, alarmes, intertravamento e depois nível real.
Registros e manutenção
A folha registra tolerância, instrumento, resultados, desvios e assinaturas. Ao final removem-se forces e confirma-se o sinal normal. Mudança de transmissor, barreira, cartão ou programa exige repetição.
Perguntas frequentes
Por que usar cinco pontos?
Para detectar escala incorreta e problemas que extremos não revelam.
Simulação de corrente testa o radar?
Não; também é necessário comparar o nível real.
O que fazer depois do teste?
Remover forças e confirmar entrada, alarmes e lógica em condição normal.
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Author: Arvin · Source: METRAVON Instruments
